Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas, Farmacêuticas, Abrasivas e Resinas Sintéticas de Sorocaba e Região

Imprensa

03-Mai-2021 12:48
1º de Maio

Live das centrais no 1º de maio mobilizou por vida, vacina e emprego

As Centrais Sindicais – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Pública e CGTB, de forma unitária realizaram, neste sábado (1º de maio), ato do Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, em formato de live, através dos sites, redes sociais e canais no Youtube das centrais sindicais e suas entidades filiadas.

A Live em Defesa da Vida, do Emprego e Vacina para todos, contou com a participação de diversos políticos, entre os quais, os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) participarão da live. Também estarão no ato, Guilherme Boulos (PSOL), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), Ciro Gomes (PDT), Manuela D’Ávilla (PC do B), Iago Campos, presidente da UNE; João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST e representante da Frente Brasil Popular. VEJA A LIVE NA ÍNTEGRA

Líderes e presidentes de partidos que apoiam a luta das centrais sindicais pela vacina e auxílio emergencial de R$ 600,00 também participaram do ato, entre eles, o deputado federal Paulinho da Força (presidente nacional do Solidariedade), a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT), os deputados federais Alessandro Molon PSB e Luiz Carlos Motta (PL), deputado federal Baleia Rossi (presidente nacional do MDB), Juliano Medeiros (presidente Nacional do PSOL), Carlos Lupi (presidente nacional do PDT) e Luciana Santos (presidenta Nacional PCdoB).

Milhares de pessoas assistiram, através das redes sociais das entidades sindicais, shows, mensagens de lideranças partidárias e religiosas, entidades internacionais, mensagem aos trabalhadores.

“Não há um único direito hoje que não seja fruto de luta. E, nesse primeiro de maio, os trabalhadores vivem um dos momentos mais trágicos de sua história”, afirmou Sérgio Nobre, presidente da CUT em seu pronunciamento.

“Apesar da pandemia, conseguimos levar nossa mensagem de luta e esperança aos trabalhadores. Ressaltamos nossa luta por auxílio emergencial de 600 reais, mais empregos e renda”, afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.

Miguel ressaltou, em seu pronunciamento durante a live, a importancia do movimento sindical na luta pelo auxilio emergencial de R$ 600 reais. O presidente da Força Sindical agradeceu a luta dos prefeitos e governadores que enfrentaram o governo federal e sofreram perseguição política e ameaças. “A mobilização do movimento sindical é fundamental para que o Congresso vote e aprove a MP do Auxílio de R$ 600”, defendeu Torres.

O presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros, Antonio Neto, afirma que o objetivo é dar uma resposta à inação do governo federal. “As centrais sindicais estão unidas na luta pela vacinação, emprego, democracia e o auxílio emergencial de R$ 600. Nosso lema é vacina no braço e comida no prato. A pluralidade que reunimos neste ato é o caminho para vencermos o atraso e a tragédia do desgoverno Bolsonaro. Unidade pela vida. Unidade pelo Brasil!”, diz ele.

Este é o terceiro 1º de Maio unitário realizado pelas centrais sindicais – o primeiro, presencial, foi em 2019 – e o segundo consecutivo em formato virtual, em respeito ao isolamento necessário ao controle da propagação do Coronavírus. “As centrais sindicais deram, mais uma vez, um exemplo de unidade e solidariedade neste 1º de Maio”, destaca o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna.

Os presidentes das centrais publicaram um artigo unitário, no jornal Folha SP, alertando sobre diversas questões, entre elas a ameaça constante à democracia por parte de Bolsonaro. “É preciso reunir os mais amplos setores democráticos para impedir a instalação de uma ditadura no país”, alertaram os sindicalistas, também durante a live e, ressaltaram também que “trata-se de um dia de celebração sim, mas também de uma data para reafirmar a necessidade constante de luta e de resistência por um Brasil mais justo e digno”.

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